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Produtividade e processos para pessoas reais – S.TALK BLOG

Produtividade e processos para pessoas reais

Quando ouvimos a palavra produtividade, ideias de máquinas e/ou pessoas trabalhando intensamente podem vir a mente. Mas o que pode ser difícil para alguns entenderem é que produtividade nada tem a ver com tempo ou intensidade de trabalho, produtividade está muito mais relacionada a um combinado de dedicação e organização. E eu te explico o por que com uma história real.

Desde que nasceu, uma menina foi ensinada a ter objetivos e trabalhar por eles. Ela se formou na faculdade, iniciou seu primeiro trabalho como profissional formada e queria dar o máximo de si. Baseado no que ouvia por aí e assistiu em alguns filmes, ou até nas suas experiências de trabalho durante a faculdade, ser uma boa profissional e ser produtiva significava ser alguém que vivia para a empresa.

Obviamente essa história se desconstruiu por si mesma e essa menina, que agora já é uma mulher, percebeu que precisava viver de verdade. Então ela teve o que acreditava ser um insight: para existir produtividade é preciso amar e ter prazer no que faz sempre. Novamente, mais uma ideia ‘perfeita’ caiu por terra. Quem consegue amar o que faz para viver todo o tempo? Sempre vai ter aquele cliente complicado, aquela tarefa que ninguém quer e caiu no seu colo e, claro, os dias que o Netflix parece muito mais interessante. O desânimo dela era visível, então como essa mulher seria produtiva de verdade?

A história é real porque esse é o percurso de muitos de nós, foi a minha história e de vários amigos dentro dos 20, 30 anos. Essa briga interna na busca do modelo de trabalho perfeito talvez seja a segunda grande busca dessa geração (a primeira acho que sempre será o sentido da vida). O primeiro passo para encontrar o equilíbrio é desvendar alguns mitos tidos como verdades absolutas: o dia de trabalho tem que ter oito horas, eu preciso ser apaixonado pelo que faço profissionalmente, o trabalho vem em primeiro lugar, o trabalho não vem em primeiro lugar, entre outras falácias por aí.

O assunto paixão pelo que se faz é muito lindo no papel, mas irreal para a maioria. Mesmo para pessoas que tem a felicidade de atuar exatamente naquilo que escolheram, a partir do momento que aquele é um compromisso diário e inadiável, o sentido de paixão se desloca. Vão existir dias que você vai odiar seu computador, vai ter bloqueios criativos, preguiça de colegas, fornecedores ou sócios, e isso não quer dizer que você não gosta do que faz. O relacionamento com o trabalho, assim como com um parceiro ou parceira, é cheio de nuances, mas pode ser equilibrado e cheio de amor, sem que exista aquela paixão que te tira o ar. Porque essa, como bem sabemos, é intensa, porém passageira.

Em relação ao tempo da jornada de trabalho, a maioria dos trabalhadores não têm essa flexibilidade, então cabe às empresas reverem seus formatos, se adaptarem às necessidades dos profissionais e do mercado. Já existem estudos que afirmam como um período reduzido de trabalho diário pode ser benéfico para a produtividade do negócio. Quanto à prioridades, nem precisamos nos aprofundar, sabemos bem que no mundo adulto as prioridades são tão flutuantes quanto o humor de um adolescente.

No entanto, é bem no item prioridade que voltamos ao objetivo desse texto, a produtividade! Um método de trabalho conhecido como Agile afirma que a produtividade vem de uma combinação de organização com senso de priorização. A ideia geral é bem simples: Você lista suas tarefas por ordem de importância e/ou urgência, da mais urgente à menos, e inicia a realização das tarefas do topo da lista para baixo. O principal é: Você só passa para a próxima tarefa quando terminar a que começou. Caso uma tarefa surja no meio do processo, ela só pode ser incluída no meio do caminho se tiver uma urgência maior do que a que está sendo executada.

O conceito Agile é simples e aparentemente bem óbvio, mas muito negligenciado nas empresas, o que causa perda de produtividade e até afeta a criatividade. Se você interrompe a realização de uma tarefa sempre que algo novo aparece, você perde a linha do pensamento que já foi desenvolvido e gasta tempo quando retorna à ela para se situar do processo novamente.

Geralmente, Agile vem acompanhado de um processo conhecido como Scrum, que, explicando superficialmente, exerce a ideia de ciclos de trabalhos, que seria um conjunto de tarefas que devem ser executadas dentro de um tempo determinado. Agile combinado ao Scrum é uma metodologia que vem sendo aplicada amplamente a fim de melhorar a produtividade nas empresas e até para a auto-gestão.

Esse trabalho pode ser desenvolvido com a ajuda de um software, um quadro ou até post its. O meu, por exemplo, eu faço no Trello, de forma gratuita, separando minhas tarefas em 3 colunas básicas: Para fazer, Em desenvolvimento, Concluído. Estudando um pouco mais sobre esses métodos, você vai conseguir desenvolver um modelo ideal para você ou sua empresa. Indico algumas leituras ao fim do texto para ajudar.

No entanto, é importante reforçar que nada é mais produtivo do que uma mente leve. Pressão, metas inatingíveis e competitividade excessiva são técnicas que deveriam ter sido extintas nos anos 80. Paixão é algo esporádico, mas o amor no ambiente de trabalho pode ser cultivado todos os dias.

Livro: Scrum – a arte de faze o dobro de trabalho na metade do tempo

eBook: Guia do Scrum

Site: Agile Marketing

Bruna Barros
DIRETORA DE PARCERIAS at S.TALK
Pós-graduada em Gestão de Pessoas e formada em Publicidade e Propaganda. Com experiência em criação e planejamento, atualmente tem foco nas áreas de pesquisa e comercial.

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